sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Porque se come bacalhau na consoada?
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Dia de S. Martinho (in http://www.junior.te.pt/)
Neste dia, no nosso país, assam-se as castanhas e prova-se o vinho novo.
A tradição manda que o dia de S. Martinho se festeje com castanhas, água-pé (para os mais crescidos), uma fogueira para saltar (quem quiser) e bom convívio.
Lenda de S. Martinho:
O Dia de S. Martinho faz-nos lembrar a sua lenda. Não a conheces? Ora lê.
O "Verão" de S. Martinho também é conhecido por "Verão dos Marmelos".

# Magusto:
É a festa em que se assam as castanhas (que se recolhem nesta altura) e se convive. Tem a ver com o momento em que, depois da vindimas, nos meses de Setembro e Outubro, o vinho está pronto e se prova.
Dois provérbios:
- No dia de S. Martinho vai-se à adega e prova-se o vinho. ou
- No dia de S. Martinho vai à adega e prova o teu vinho.
- No dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
Assar castanhas:
Como se preparam as castanhas para assar?
- Molham-se (não tem que ser, mas ajuda a que o sal agarre).

- Dá-se um golpe em cada uma (retalhar).
- Põe-se sal.
- Põe-se um pouco de erva-doce (dá um sabor muito bom).
- Põem-se dentro do fogareiro (ou num tabuleiro no forno, ou no calor de uma fogueira).
Quanto tempo demoram as castanhas a assar?
Um quarto de hora, aproximadamente.
A castanha:
A castanha é um fruto que vem de uma árvore: o castanheiro. Um conjunto de castanheiros chama-se souto.

No norte de Portugal é que os castanheiros se dão melhor, e é de lá que vêm as castanhas para vender no País todo.
A castanha está na árvore protegida por uma bola cheia de picos que se chama "ouriço". Quando chega o Outono, o ouriço abre e deixa cair a castanha no chão.
Antes de a batata chegar à Europa e se espalhar por todo o lado (séc. XVII), a castanha era a base da alimentação, especialmente no campo.
Pode cozer-se, assar-se, fazer-se em puré, fazer-se sopa com ela, doce, etc.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Ao ritmo da Lusofonia
O ginásio do IES Loustau-Valverde, em Valencia de Alcántara, encheu-se de ritmo, alegria em movimento ao som dos passos de danças como o
“Caranguejo” do Brasil, o “Founaná” de Cabo Verde, o “Regadinho” português ou o, também oriundo de Portugal, “Sariquité”.
O pior foi a coreografia do “Mat’aranha” em que a coordenação, direita, esquerda, não era a melhor! Mas o mais importante foi o convívio, a boa disposição, a música étnica e tradicional, a expressão corporal, tudo isso num contexto de imersão linguística em português.
Este foi mais um passo, desta vez um “passo de dança”, para a promoção da língua portuguesa na
comunidade autónoma da Extremadura, no contexto da formação contínua de professores, e esperamos poder dançar mais vezes no futuro!

