domingo, 12 de fevereiro de 2006

Gosto de...

La cultura lusófona en general seguramente gusta a todos los que entran en un portal llamado Lusofolia; pero, además, todos tenemos predilección por diferentes lugares, personajes, obras artísiticas, hasta comidas concretas.
Este podría ser también un rincón donde cada cual recomendase aquello que prefiere y explicase un poco por qué cree que le gusta. Todo tipo de cosas relacionadas con el mundo lusófono, desde un restaurante, hasta una novela, desde una ONG, hasta una ciudad.
Por poner un ejemplo, uno de los mejores libros que he leído ha sido Contos da Montanha (con su continuación, Novos Contos da Montanha), de Miguel Torga, porque describe, en la aparente sencillez de la vida rural, muchos tipos de mujer y de hombre que, realmente, son universales, que nos encontramos por la calle día a día. También me gustan por el enigmático sentido que tienen del destino, de la Providencia, de la suerte, o como se le quiera llamar. Y, por último, porque describe, (con un vocabulario a veces difícil, por contener bastantes localismos y palabras referidas a técnicas agrarias hoy en desuso), un mundo que ya casi hemos perdido, donde vivieron mis abuelos y, en parte, mis padres.
De que é que gostam?

4 comentários:

Paula disse...

Eu gosto é do teatro A Barraca, um velho prédio cheio de história, de penumbra e de lembranças. Trinta anos de bom teatro, comprometido e corajoso. Agora são os últimos dias de "O mistério da camioneta fantasma", de Helder Costa. Eis o argumento:
No dia 19 de Outubro de 1921 deu-se mais um golpe militar contra um governo republicano. Demissão do Ministério e nem soou um tiro.
O golpe nascera na Armada e tinha a chefiá-lo um dos heróis do 31 de Janeiro, o Tenente – Coronel Manuel Maria Coelho. Tratava-se, portanto, de um golpe de esquerda contra o governo de António Granjo, prestigiado combatente transmontano nas forças republicanas que se opusera a Paiva Couceiro. Este governo imprimia medidas impopulares para tentar equilibrar a bancarrota e combater o desemprego e a miséria do após-guerra.
Entretanto, durante o dia e a noite, uma camioneta começou a percorrer a cidade raptando e assassinando figuras importantes da República: o primeiro-ministro António Granjo, Machado Santos, o herói da Rotunda, Carlos da Maia, o comandante do navio D. Carlos que tinha atacado o palácio real no 5 de Outubro e Almirante Botelho de Vasconcelos.
Os autores foram presos e vários oficiais absolvidos, num processo que também se quis julgador da esquerda republicana (ver mais em http://www.abarraca.com/.

Na história tem um papel o rei espanhol daqueles tempos, Alfonso XIII, numa cena cómica e hilariante onde o velho fantasma dos portugueses, a anexão à Espanha, é tratada com humor e desenvoltura. Também entra em cena o professor Salazar, noutros minutos para não perder.

Anónimo disse...

Nice colors. Keep up the good work. thnx!
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Anónimo disse...

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