
Ao fim de muitos anos, Vitorino abre a arca das recordações para recuperar, para além dos grandes êxitos, um sem-número de canções que pouco ou nunca foram tocadas ao vivo.
Vitorino é um nome incontornável na história da música portuguesa. Um homem de paradoxos e contradições assumidas. Um homem do mundo apaixonado pelo seu Alentejo, que ao longo de 30 anos de carreira procurou criar uma nova canção urbana sem perder de vista a tradição rural, onde a simplicidade e pureza da música popular se miscigena com a sofisticação das vivências da cidade. Um romântico incapaz de resistir ao apelo das raízes, sejam elas de Cuba do Alentejo ou de Cuba das Caraíbas.
30 anos de carreira que o viram percorrer o mundo mas regressar sempre ao Redondo natal e à Lisboa que se tornou na sua segunda casa. 30 anos de carreira entre as “Saias” e a “Leitaria Garrett”, entre os poemas de Lobo Antunes que musicou com infinita delicadeza e a força telúrica das modas alentejanas. 30 anos de canções e de muitas vivências que vão ser celebrados em espectáculos um pouco por todo o Portugal.
Vitorino é acompanhado por Carlos Salomé - voz, violas, cavaquinho e percussão; Rui Alves - voz, bateria e percussão; Paulo Jorge – Baixo; Tomás Pimentel – trompete e Flugelhorn; Daniel Salomé - clarinete, saxofone soprano; Sérgio Costa - piano e teclados."
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